O estranho comportamento dos corpos celestes
Curta metragem protagonizado por Maria Tuca Fanchin
Profissionalizou-se em Curitiba, onde foi premiada como melhor atriz com o Prêmio Governador do Estado por 2 anos consecutivos. Em 2008 formou-se pela Escola de Arte Dramática na USP. Fundadora da lasnoias&cia, onde atuou e produziu Lesão Cerebral (pelo qual recebeu o Prêmio de melhor atriz no FestCal), Há um crocodilo dentro de mim e Não vejo Moscou da janela do meu quarto (ganhador de dois Prêmios Shell). Em cinema atuou em diversos curtas e alguns longas. Com Arthur e o infinito recebeu o Prêmio de melhor atriz no 4˚ Filmworks Festival. Participou dos longas Para’í de Vinicius Toro, Carrossel 2, dir. Mauricio Eça e A grávida da Cinemateca, de Christian Saghard. Em TV, atuou em Lendas Urbanas, série dirigida por Fernando Coimbra e Juliana Rojas. Protagonizou o episódio Maria Quitéria no série Drunk History Brasil, do Comedy Central. Em 2026, recebeu menção honrosa por seu trabalho de atuação no curta-metragem O Estranho comportamento dos corpos celestes, de Naomi Matsui.